terça-feira, 27 de novembro de 2007
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Há justiça na punição?
Não me refiro à determinação judicial para que prestem serviços comunitários, mas à exposição imposta pela mídia sobre os mesmos por ocasião de seu cumprimento.
(JB-16Nov07)
terça-feira, 13 de novembro de 2007
A coerente análise de César Maia.
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(O Globo - 14Nov07)
(O Globo - 14Nov07)
"AS CABINES DA POLÍCIA MILITAR!
1. No domingo a PM-RJ inaugurou em frente a Praia de Copacabana mais um modelo de Cabine para abrigar os policiais. Inclui refrigeração, frigobar...e é totalmente blindada resistindo a tiros de fuzil. Nos últimos 15 anos é a quarta ou quinta vez que se introduz um equipamento desse tipo. Nunca deu certo. Aliás, não há grande cidade no mundo -seja neste ou naquele continente- em Paris ou NY, México ou Bogotá, Londres ou Santiago...que se use esse tipo de equipamento.
2. A razão é simples. Lugar de PM é na rua patrulhando. A cabine imobiliza o PM, exige apoio que imobiliza um veículo, torna o PM alvo fixo. Reduz o tempo de sua jornada disponível para a ostensividade. Cria uma sensação tola na percepção das pessoas, de que há policia ali. Se estão dentro da Cabine, naquele momento, não há polícia, contrariu sensu. Separa-o de seu entorno.
3. Há mais de 10 anos foram as pequenas cabines que os moradores compravam. Depois se
verificou que isso distorcia a localização das mesmas, que privilegiavam os que tinham dinheiro para comprá-las. Depois vieram cabines maiores com seleção de local, e se repetiu a ineficácia. Moradores chegaram a comprar cabines para a Guarda Municipal. O atual prefeito, quando retornou em 2001 mandou retirar todas. Depois vieram os chamados 'polígonos de segurança', com coberturas, abertas e com viaturas e policiais. Os policiais viraram alvo.
4. Agora vem as cabines com novo design, blindadas a prova de fuzil e alugadas. Não se entende a razão da blindagem. Se o PM patrulhando não é um robô blindado, qual a razão para a Cabine o ser? Vai imobilizar o PM por muito tempo? Vai retirá-lo do patrulhamento a pé? Sinaliza que aquele local é alvo potencial de fuzilaria?
5. O tempo dirá se mais uma vez se comete o mesmo erro, se o objetivo é afetar a simples percepção... ou o que. Acompanhemos todos, sabendo que o déficit de patrulhamento nas ruas do Rio-Capital é de pelo menos 1.500 PMs-Jornada, ou seja, a cada momento." (do ex blog).
domingo, 11 de novembro de 2007
Com postura corajosa, o velho "clube de oficiais" rompe, finalmente, o silêncio.
"Oficial acha que PM poderia fazer registro de crimes
O coronel Dílson Ferreira de Adaide, de 57 anos, mais de 34 dedicados à corporação e atualmente presidente do Clube de Oficiais da PM, reconhece que, a partir da campanha salarial dos oficiais (que querem salário igual ao dos delegados), as duas instituições se afastaram ainda mais. Ele admitiu que isso prejudica o combate ao crime. Segundo Dílson, o PM, ganhando mal, não produz bem.- Eu não vejo razão para a Polícia Militar não se tornar uma polícia completa. A PM poderia imediatamente, e tem estrutura para isso, fazer o termo circunstanciado em casos de crime com baixo potencial ofensivo. Por que levar à DP? É perda de tempo - disse." (O Golbo, 11Nov07)
A postura apregoada pelo presidente já é adotada, com pleno êxito e a bem da população, no RS, SC, PR, SP, MS, ES, AL e AC.
É adotada ainda, ao menos em alguns estados, pela própria Polícia Rodoviária Federal.
Mesmo o governador Sérgio Cabral já externou sua simpatia pela idéia, ironizando a resistência de delegados.
Mesmo assim, ainda falta coragem a alguém para se contrapor (de fato) aos interesses eminentemente classistas de delegados de polícia e, enfim, prestar melhores serviços à sociedade fluminense.
O coronel Dílson Ferreira de Adaide, de 57 anos, mais de 34 dedicados à corporação e atualmente presidente do Clube de Oficiais da PM, reconhece que, a partir da campanha salarial dos oficiais (que querem salário igual ao dos delegados), as duas instituições se afastaram ainda mais. Ele admitiu que isso prejudica o combate ao crime. Segundo Dílson, o PM, ganhando mal, não produz bem.- Eu não vejo razão para a Polícia Militar não se tornar uma polícia completa. A PM poderia imediatamente, e tem estrutura para isso, fazer o termo circunstanciado em casos de crime com baixo potencial ofensivo. Por que levar à DP? É perda de tempo - disse." (O Golbo, 11Nov07)
A postura apregoada pelo presidente já é adotada, com pleno êxito e a bem da população, no RS, SC, PR, SP, MS, ES, AL e AC.
É adotada ainda, ao menos em alguns estados, pela própria Polícia Rodoviária Federal.
Mesmo o governador Sérgio Cabral já externou sua simpatia pela idéia, ironizando a resistência de delegados.
Mesmo assim, ainda falta coragem a alguém para se contrapor (de fato) aos interesses eminentemente classistas de delegados de polícia e, enfim, prestar melhores serviços à sociedade fluminense.
"A favela da Coréia nunca teve uma operação de 300 homens. Nunca teve uma no Alemão de 800 homens. Vamos ter mais essa semana. O trabalho continua".
Impressiona a similaridade da lógica adota por Sérgio Cabral em relação aquela emprega por J. W. Bush em relação ao Iraque.
E os resultados qualitativos, como era de se esperar, também não estão se mostrando muito diferentes.
Creio que estamos diante do pior e mais irresponsável governo com o qual o RJ já se deparou.
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
No RJ, o que leva um policial militar...
a aceitar trabalhar em veículo em tais condições?

Veja a matéria completa (RJTV - 03/11/07) em http://rjtv.globo.com/Jornalismo/RJTV/0,,MUL168311-9099,00.html.
E o que leva a sociedade a também aceitar passivamente tal situação?
sábado, 3 de novembro de 2007
A reação da Igreja Católica do RJ à "política de segurança" de Sérgio Cabral

Matéria completa disponível em: http://jbonline.terra.com.br/editorias/rio/papel/2007/11/03/rio20071103007.html

sexta-feira, 2 de novembro de 2007
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
"CARNAVAL NO JUDICIÁRIO". MAIS UM CAPÍTULO DA LUTA CONTRA A IMPUNIDADE NO BRASIL.
Do blog: http://gabrielasoudapaz.zip.net/

Trecho da carta aberta entregue à população durante a manifestação, ocorrida em 29Out07, em frente ao "Palácio da Justiça", na capital do RJ:
"No dia 25 de março após um assalto à bilheteria do metrô, uma bala matou Gabriela Prado Maia. Nos últimos meses um código penal arcaico e um sistema judiciário que não respondem aos anseios da população vêm matando pela segunda vez a nossa filha.
... Perguntamos então, quando nossas leis serão a favor das vítimas? Quando nossa dor de mãe, de pai, de amigos que perderam seus entes queridos será devidamente reparada por nosso código penal do início do século passado? A quem interessa manter um código penal obsoleto? A morosidade da Justiça e leis que não respondem os anseios da população de que os crimes sejam devidamente punidos só fazem crescer a sensação de impunidade. No Brasil está se construindo uma perigosa sensação de que as leis não atendem aos que sofrem violência, de que só os criminosos têm direitos e 'se dão bem'.
.... Queremos um país onde a paz e a justiça andem de mãos dadas com os que sofrem e buscam o amparo da lei e não com os que cometem crimes. É por isso que continuamos com a luta pela memória de nossa filha e por tudo que ela sonhou de bom para o país que tanto amava."

Trecho da carta aberta entregue à população durante a manifestação, ocorrida em 29Out07, em frente ao "Palácio da Justiça", na capital do RJ:
"No dia 25 de março após um assalto à bilheteria do metrô, uma bala matou Gabriela Prado Maia. Nos últimos meses um código penal arcaico e um sistema judiciário que não respondem aos anseios da população vêm matando pela segunda vez a nossa filha.
... Perguntamos então, quando nossas leis serão a favor das vítimas? Quando nossa dor de mãe, de pai, de amigos que perderam seus entes queridos será devidamente reparada por nosso código penal do início do século passado? A quem interessa manter um código penal obsoleto? A morosidade da Justiça e leis que não respondem os anseios da população de que os crimes sejam devidamente punidos só fazem crescer a sensação de impunidade. No Brasil está se construindo uma perigosa sensação de que as leis não atendem aos que sofrem violência, de que só os criminosos têm direitos e 'se dão bem'.
.... Queremos um país onde a paz e a justiça andem de mãos dadas com os que sofrem e buscam o amparo da lei e não com os que cometem crimes. É por isso que continuamos com a luta pela memória de nossa filha e por tudo que ela sonhou de bom para o país que tanto amava."
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